Quinta-feira, Maio 17, 2012
Recta é uma linha sem princípio e sem fim que se mantêm sempre na mesma direcção e se representa por uma letra minúscula.
Rectas paralelas, são rectas que por mais que se prolonguem nunca se encontram, mantêm a mesma distância e nunca se cruzam.
Rectas concorrentes, são rectas que se cruzam num ponto.
Rectas perpendiculares, são rectas concorrentes que se cruzam num ponto formando entre si ângulos de 90º ou seja ângulos rectos.
Eu pessoalmente gosto mais de linhas - o movimento de um ponto origina uma linha; consoante o tipo de movimento e a direcção que o ponto toma ao deslocar-se, criam-se vários tipos de linha:
Quinta-feira, Janeiro 05, 2012
O meu jardim
F lores plantadas no meu coração
L irios que dão cor à minha vida
O rquideas que afogam a minha saliva
R osas que preechem o meu olfacto
E strelicias que desafiam o meu tacto
S onhos sonhados...em canção
E nlace...
F rutos tatuados em mim
R omãs são teus lábios vermelhos
U vas são teus irresistiveis seios
T oranjas teu olhar suculento
A nanases teu mistério sedento
S onhos sonhados...contigo, SIM!...
Terça-feira, Outubro 18, 2011
Frases feitas
O povo é soberano. Existem um montão de frases feitas que são inquestionáveis...afirmações inabaláveis...verdades irrefutáveis. Hoje lembrei-me de uma: para morrer só é preciso estar-se vivo. Haverá algo que possa deitar esta frase feita por terra? Não me parece.
Ocorreu-me uma outra: para viver só é preciso estar-se vivo. Pois...mais uma verdade inabalável. Aliás...as duas estão interligadas. A diferença é que a morte é a morte. Ainda que possa ser encarada de maneira diferente para cada um de nós, o fim de final ou o início de algo, a morte é quando o nosso corpo termina as suas funções nesta vida terrena, a que conhecemos.
Quanto a viver-se porque que se está vivo...ui...muito mais complicado. O que para mim pode significar Viver, para outro pode ter um significado completamente diferente. Depende de valores, conceitos, filosofias, objectivos, etc, etc...
Mas o importante, pelo menos para mim, é que convém, alguns dias pelo menos, dar-mo-nos conta de todas as coisas boas que temos na vida e não valorizamos, melhor dizendo, nem sempre damos o devido valor. E que quando conseguimos parar do reboliço, da correria, do stress, das obrigações, das dependências...consigamos dar conta que tudo o que é verdadeiramente importante para o nosso equilíbrio, para o nosso bem estar, transformamos em "dados adquiridos". E como "dados adquiridos" que são, não valorizamos convenientemente...é algo que está ali...está presente...é nosso...não falta...para quê "perder tempo" com o que temos?!...
Pois, é isso mesmo. Devemos usar todo o tempo possível com o que nos faz minimamente felizes. Porque se um dia perdermos essa felicidade, presumo que será difícil perdoar-mo-nos...quando ao fazermos uma retrospectiva dermos conta do quanto ausente estivémos para o que tínhamos, em detrimento do que não tínhamos...e da corrida que fazemos diariamente para cumprir com as exigências da vida, quando a maior exigência da vida é VIVER e tentar que todos os dias sejamos menos infelizes do que no dia anterior.
Lá diz o povo, que nisso é soberano: o Amor é como uma planta; quando não se rega, murcha. E o Amor, na sua verdadeira amplitude, é a essência da nossa existência.
Façam o favor de ser Felizes!... :)
Ocorreu-me uma outra: para viver só é preciso estar-se vivo. Pois...mais uma verdade inabalável. Aliás...as duas estão interligadas. A diferença é que a morte é a morte. Ainda que possa ser encarada de maneira diferente para cada um de nós, o fim de final ou o início de algo, a morte é quando o nosso corpo termina as suas funções nesta vida terrena, a que conhecemos.
Quanto a viver-se porque que se está vivo...ui...muito mais complicado. O que para mim pode significar Viver, para outro pode ter um significado completamente diferente. Depende de valores, conceitos, filosofias, objectivos, etc, etc...
Mas o importante, pelo menos para mim, é que convém, alguns dias pelo menos, dar-mo-nos conta de todas as coisas boas que temos na vida e não valorizamos, melhor dizendo, nem sempre damos o devido valor. E que quando conseguimos parar do reboliço, da correria, do stress, das obrigações, das dependências...consigamos dar conta que tudo o que é verdadeiramente importante para o nosso equilíbrio, para o nosso bem estar, transformamos em "dados adquiridos". E como "dados adquiridos" que são, não valorizamos convenientemente...é algo que está ali...está presente...é nosso...não falta...para quê "perder tempo" com o que temos?!...
Pois, é isso mesmo. Devemos usar todo o tempo possível com o que nos faz minimamente felizes. Porque se um dia perdermos essa felicidade, presumo que será difícil perdoar-mo-nos...quando ao fazermos uma retrospectiva dermos conta do quanto ausente estivémos para o que tínhamos, em detrimento do que não tínhamos...e da corrida que fazemos diariamente para cumprir com as exigências da vida, quando a maior exigência da vida é VIVER e tentar que todos os dias sejamos menos infelizes do que no dia anterior.
Lá diz o povo, que nisso é soberano: o Amor é como uma planta; quando não se rega, murcha. E o Amor, na sua verdadeira amplitude, é a essência da nossa existência.
Façam o favor de ser Felizes!... :)
Terça-feira, Agosto 24, 2010
Tenho sede

Sede do teu néctar
Que bebo do teu olhar
Me alimenta a alma
Vicia-me sem me saciar
Sede da tua energia
Obtida no teu regaço
Envolvida num cheiro a maresia
Que me liberta o cansaço
Sede da tua paz
Obtida nos teus abraços
Nada mais me apraz
Que me abandonar em teus braços
Sede da tua magia
Em que sonhar é real
Transportas-me noite e dia
Para um Mundo ideal
Sede de tu meu amor
Que me preenches e completas
Que fazer a tanta sede?
Beber…beber…beber-TE!
Que bebo do teu olhar
Me alimenta a alma
Vicia-me sem me saciar
Sede da tua energia
Obtida no teu regaço
Envolvida num cheiro a maresia
Que me liberta o cansaço
Sede da tua paz
Obtida nos teus abraços
Nada mais me apraz
Que me abandonar em teus braços
Sede da tua magia
Em que sonhar é real
Transportas-me noite e dia
Para um Mundo ideal
Sede de tu meu amor
Que me preenches e completas
Que fazer a tanta sede?
Beber…beber…beber-TE!
Terça-feira, Agosto 17, 2010
:)

Hoje é indubitavelmente um dia muito feliz. Apesar do trabalho que é mais que muito e que num outro dia qualquer me absorvia por inteiro, hoje dou por mim, sem querer, a sorrir, porque as memórias e recordações surgem sem que eu "chame" por elas...é tão bom ter-te na minha vida, pequenino...obrigada!...
Quinta-feira, Maio 06, 2010
Fins de Semana "RE"
(imagem tirada daqui: http://www.esquizopedia.com)Esta semana, à semelhança das outras, não traz rigorosamente nada de novo. O sufoco habitual das pressões horárias, obrigações profissionais, domésticas e pessoais e aquela sensação quando se chega ao final do dia - ufff!...mais um...e quando faço um rewind pergunto-me: onde andaste tu? E o facto é que eu, euzinha, euzinha mesmo, não tive tempo para mim...fui um robot, programado para cumprir tarefas ao longo de 15 horas aproximadamente e quando paro é para ligar o robot à corrente porque no dia seguinte tem que ter a bateria carregada para mais uma jornada.
Ainda que no essencial as semanas sejam similares, há umas que correm melhores que outras. E só posso atribuir essa pequena grande diferença aos fins de semana mágicos. Aqueles que nos revigoram, nos rejuvenescem, nos recarregam, nos re...re...re...uma série de coisas. E que o próximo fim de semana "RE..." venha depressa!...
Façam o favor de ser felizes!...
Quarta-feira, Abril 21, 2010
Segunda-feira, Abril 19, 2010
Sexta-feira, Março 12, 2010
Pensando...repensando...nó!...
O fim último da vida
"Não tenho filhos e tremo só de pensar. Os exemplos que vejo em volta não aconselham temeridades. Hordas de amigos constituem as respectivas proles e, apesar da benesse, não levam vidas descansadas. Pelo contrário: estão invariavelmente mergulhados numa angústia e numa ansiedade de contornos particularmente patológicos. Percebo porquê. Há cem ou duzentos anos, a vida dependia do berço, da posição social e da fortuna familiar.
Hoje, não. A criança nasce, não numa família mas numa pista de atletismo, com as barreiras da praxe: jardim-escola aos três, natação aos quatro, lições de piano aos cinco, escola aos seis, e um exército de professores, explicadores, educadores e psicólogos, como se a criança fosse um potro de competição.
Eis a ideologia criminosa que se instalou definitivamente nas sociedades modernas: a vida não é para ser vivida - mas construída com sucessos pessoais e profissionais, uns atrás dos outros, em progressão geométrica para o infinito. É preciso o emprego de sonho, a casa de sonho, o maridinho de sonho, os amigos de sonho, as férias de sonho, os restaurantes de sonho.
Não admira que, até 2020, um terço da população mundial esteja a mamar forte no Prozac. É a velha história da cenoura e do burro: quanto mais temos, mais queremos. Quanto mais queremos, mais desesperamos. A meritocracia gera uma insatisfação insaciável que acabará por arrasar o mais leve traço de humanidade. O que não deixa de ser uma lástima.
Se as pessoas voltassem a ler os clássicos, sobretudo Montaigne, saberiam que o fim último da vida não é a excelência, mas sim a felicidade!"
"Não tenho filhos e tremo só de pensar. Os exemplos que vejo em volta não aconselham temeridades. Hordas de amigos constituem as respectivas proles e, apesar da benesse, não levam vidas descansadas. Pelo contrário: estão invariavelmente mergulhados numa angústia e numa ansiedade de contornos particularmente patológicos. Percebo porquê. Há cem ou duzentos anos, a vida dependia do berço, da posição social e da fortuna familiar.
Hoje, não. A criança nasce, não numa família mas numa pista de atletismo, com as barreiras da praxe: jardim-escola aos três, natação aos quatro, lições de piano aos cinco, escola aos seis, e um exército de professores, explicadores, educadores e psicólogos, como se a criança fosse um potro de competição.
Eis a ideologia criminosa que se instalou definitivamente nas sociedades modernas: a vida não é para ser vivida - mas construída com sucessos pessoais e profissionais, uns atrás dos outros, em progressão geométrica para o infinito. É preciso o emprego de sonho, a casa de sonho, o maridinho de sonho, os amigos de sonho, as férias de sonho, os restaurantes de sonho.
Não admira que, até 2020, um terço da população mundial esteja a mamar forte no Prozac. É a velha história da cenoura e do burro: quanto mais temos, mais queremos. Quanto mais queremos, mais desesperamos. A meritocracia gera uma insatisfação insaciável que acabará por arrasar o mais leve traço de humanidade. O que não deixa de ser uma lástima.
Se as pessoas voltassem a ler os clássicos, sobretudo Montaigne, saberiam que o fim último da vida não é a excelência, mas sim a felicidade!"
João Pereira Coutinho - jornalista
Ainda que eu sempre diga e reafirme com toda a veemência que o que mais desejo para eles é que sejam felizes (pouco me importa que sejam pedreiros ou doutores, desde que sejam felizes - e isto é dito com alma, não da "boca para fora), o facto é que de certa forma me incluo neste "rebanho"...ainda que não deseje que cortem a meta em primeiro, eles estão numa pista de atletismo onde pretendo que cheguem ao fim - a diferença é que não me importo que cheguem em último, quero simplesmente que cheguem...
Sexta-feira, Fevereiro 26, 2010
Poderosos
Ontem, ao cruzar-me com um ex-colega de trabalho, troquei meia dúzia de dedos de conversa e de facto reafirmo, algo que sempre acreditei, acredito e acreditarei:
A nossa vida é aquilo que fazemos dela. Se nos sentamos calmamente aguardar que o bem estar, a felicidade, a paz de espírito, o sorriso, o olho brilhante…venham ter connosco…bem que podemos “esperar sentados” para não nos cansarmos muito. Se aguardarmos serenamente que o que está à nossa volta faça isso por nós, bem que nos podemos deitar e adormecer para não sentirmos os dias a passar.
Apesar da insignificância a que somos reduzidos perante um Universo tão grandioso e que nos transcende, não nos foi retirada a grandeza de traçarmos o nosso caminho. E não venham com a história de que “não é bem assim…” porque é “assim mesmo”!...
A nossa vida é aquilo que fazemos dela. Se nos sentamos calmamente aguardar que o bem estar, a felicidade, a paz de espírito, o sorriso, o olho brilhante…venham ter connosco…bem que podemos “esperar sentados” para não nos cansarmos muito. Se aguardarmos serenamente que o que está à nossa volta faça isso por nós, bem que nos podemos deitar e adormecer para não sentirmos os dias a passar.
Apesar da insignificância a que somos reduzidos perante um Universo tão grandioso e que nos transcende, não nos foi retirada a grandeza de traçarmos o nosso caminho. E não venham com a história de que “não é bem assim…” porque é “assim mesmo”!...
Terça-feira, Fevereiro 23, 2010
Viver
Passado...presente...futuro...passado...presente...futuro...
Presente, definitivamente!...
Ontem...hoje...amanhã...ontem...hoje...amanhã...
Hoje, definitivamente!...
Há pouco...agora...daqui a pouco...há pouco...agora...daqui a pouco...
Agora, definitivamente!...
Só assim é possível estar em sintonia com o Universo!...
Quinta-feira, Fevereiro 18, 2010
Na ponta dos meus dedos

Eu sei, eu sei...quer dizer...não sei, mas acredito piamente que a roupagem a que chamamos corpo não passa disso mesmo...o guarda roupa desta passagem a que denominamos vida. Isso leva-me a pensar a falta que vou sentir de um dos maiores prazeres que tenho enquanto ser terreno: em palmilhar cada centímetro da tua pele na ponta dos meus dedos e ser invadida por um leito de prazer que me aquece, me ilumina, me renova, me preenche, me deleita...
Se tivesse que fazer uma analogia simbólica diria: é o pote de ouro que encontrei no final do arco-íris!...
Quarta-feira, Setembro 03, 2008
Domingo, Agosto 31, 2008
Quarta-feira, Junho 18, 2008
Domingo, Maio 11, 2008
Se amar de verdade...
É adormeceres em silêncio
Mergulhada nas palavras moucas
Enroscada no corpo da paz
Se amar de verdade
É quando não dás por adormecer
Envolvida nos braços do amor
E no paraíso te sentes a viver
Se amar de verdade
É quando acordas sozinha
Sorrindo para o vazio preenchido
E dizeres: bom dia, meu amor!
Se amar de verdade
É acordares acompanhada
Sorrindo por seres feliz
E sentires-te a mulher mais amada
Se amar de verdade
É sentires a alma acompanhada
O teu corpo envolto num ninho
Mesmo quando estás no meio do nada
Se amar de verdade
É sentires que a vida que tens
É curta demais para tanto amor
Nunca chegando para o viveres
Se amar de verdade
É quereres envelhecer
Num banco à beira mar
De mãos dadas cantando a mesma canção
Se amar de verdade
É sentires falta de ti
Então...
Eu amo-te de verdade
Sábado, Abril 05, 2008
Adoro

Adoro o cheiro dos lençois lavados
Perfumados
Esticados e enrolados
Em dois corpos lavados
nos suores salgados
Adoro o cheiro da terra molhada
Encharcada
Árida e impregnada
De lágrimas salgadas
Das almas apaixonadas
Adoro o cheiro da maresia
Anestesia
Intenso noite e dia
Perdidos na heresia
De amantes em sintonia
Adoro o teu cheiro
De cachorra no cio
Sem timoneiro
À deriva no rio
Ansiando-me como barqueiro
Momentos repletos de cheiros
Amores completos
Perfumados
Esticados e enrolados
Em dois corpos lavados
nos suores salgados
Adoro o cheiro da terra molhada
Encharcada
Árida e impregnada
De lágrimas salgadas
Das almas apaixonadas
Adoro o cheiro da maresia
Anestesia
Intenso noite e dia
Perdidos na heresia
De amantes em sintonia
Adoro o teu cheiro
De cachorra no cio
Sem timoneiro
À deriva no rio
Ansiando-me como barqueiro
Momentos repletos de cheiros
Amores completos
Amores perfeitos
Quarta-feira, Abril 02, 2008
Solidão

Sinto uma solidão imensa
As emoções voam num ritmo acelerado
O vento leva, o vento traz, o vento apaga
E a sensação de um dilúvio que me afoga
Faz-me suster a respiração até à exaustão
Desejando nunca ter desejado o que desejo
Amando sem saber amar o que ainda amo
Morrendo sem ter morrido mas morta me sentindo
Tanta tristeza
Tanta desilusão
A esperança que depositamos na mudança
Nada mais é que viver momentaneamente
Com a intensidade que queriamos diariamente
Mas é impossível, a vida não se alcança
Vive-se
Simplesmente
O hoje já passou
O amanhã é passado certamente
E a morte é um futuro presente...
02/Jan/2004
Mudam-se os tempos...mudam-se as sensações...
mudam-se as emoções...acredita-se...
e alcança-se "simplesmente"... :)
Quinta-feira, Março 20, 2008
Curiosidade...

A Páscoa é sempre o primeiro Domingo depois da primeira lua cheia depois do equinócio de Primavera (20 de Março). Esta datação da Páscoa baseia-se no calendário lunar que o povo hebreu usava para identificar a Páscoa judaica, razão pela qual a Páscoa é uma festa móvel no calendário romano.
Este ano a Páscoa acontece mais cedo do que qualquer um de nós voltará a ver na sua vida! E só os mais velhos da nossa população viram alguma vez uma Páscoa tão temporã (mais velhos do que 95 anos!).
A próxima vez que a Páscoa irá ser tão cedo como este ano (23 de Março) será no ano 2228 (daqui a 220 anos). A última vez que a Páscoa foi assim tão cedo foi em 1913.
Na próxima vez que a Páscoa for um dia mais cedo, 22 de Março, isso acontecerá no ano 2285 (daqui a 277 anos). A última vez que teve lugar em 22 de Março foi em 1818.
Por isso, ninguém que esteja vivo hoje, viu ou irá ver uma Páscoa mais cedo do que a deste ano.
Este ano a Páscoa acontece mais cedo do que qualquer um de nós voltará a ver na sua vida! E só os mais velhos da nossa população viram alguma vez uma Páscoa tão temporã (mais velhos do que 95 anos!).
A próxima vez que a Páscoa irá ser tão cedo como este ano (23 de Março) será no ano 2228 (daqui a 220 anos). A última vez que a Páscoa foi assim tão cedo foi em 1913.
Na próxima vez que a Páscoa for um dia mais cedo, 22 de Março, isso acontecerá no ano 2285 (daqui a 277 anos). A última vez que teve lugar em 22 de Março foi em 1818.
Por isso, ninguém que esteja vivo hoje, viu ou irá ver uma Páscoa mais cedo do que a deste ano.
UMA PÁSCOA FELIZ!...
Segunda-feira, Março 17, 2008
Quando me amei de verdade

Quando me amei de verdade,
pude compreender
que em qualquer circunstância,
eu estava no lugar certo,
na hora certa.
Então pude relaxar.
Quando me amei de verdade,
pude perceber que o
sofrimento emocional é um sinal
de que estou indo contra a minha verdade.
Quando me amei de verdade,
parei de desejar que a minha vida
fosse diferente e comecei a ver
que tudo o que acontece contribui
para o meu crescimento.
Quando me amei de verdade,
comecei a perceber como
é ofensivo tentar forçar alguma coisa
ou alguém que ainda não está preparado
inclusive eu mesma.
Quando me amei de verdade,
comecei a me livrar de tudo
que não fosse saudável.
Isso quer dizer: pessoas, tarefas,
crenças e - qualquer coisa que
me pusesse pra baixo.
Minha razão chamou isso de egoísmo.
Mas hoje eu sei que é amor-próprio.
Quando me amei de verdade,
deixei de temer meu tempo livre
e desisti de fazer planos.
Hoje faço o que acho certo
e no meu próprio ritmo.
Como isso é bom!
Quando me amei de verdade,
desisti de querer ter sempre razão,
e com isso errei muito menos vezes.
Quando me amei de verdade,
desisti de ficar revivendo o passado
e de me preocupar com o futuro.
Isso me mantém no presente,
que é onde a vida acontece.
Quando me amei de verdade,
percebi que a minha mente
pode me atormentar e me decepcionar.
Mas quando eu a coloco
a serviço do meu coração,
ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Kim McMillen & Alison McMillen
Trecho do livro Quando me Amei de Verdade
Trecho do livro Quando me Amei de Verdade







